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	<title>Inovar (não) é preciso!</title>
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	<description>Inovação, Inteligência Competitiva, Gestão do Conhecimento, Redes</description>
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		<title>Inovar (não) é preciso!</title>
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		<title>J2BD</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 01:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma ligeira explicação do conceito de Job to be Done.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=399&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que este será o último post de 2011. Quer falar então sobre um tema que venho ouvindo com certa freqüência nos <em>benchmarkings</em> que estou fazendo. Se você desistir de ler até o final, já quero deixar meus votos de um grande 2012 para cada um, cheio de inovação no trabalho e na vida pessoal, onde o resultado principal seja a felicidade. Vamos lá!!!!!</p>
<p>As coisas ligadas à inovação são curiosas. Demora muuuuuuuuiiiiiiiiito tempo até que “caia a ficha” para que alguma nova teoria ou conceito comece a ser utilizado.</p>
<p>Parêntesis saudosista (ou retrô &#8212; ou seria vintage?): Cair a ficha = expressão que em breve ninguém saberá o que significa, porque é uma expressão do século passado, usada para dizer que se demorava para entender o que estava acontecendo. Uma alusão aos orelhões (aquelas “coisas” com um telefone dentro), que à época precisávamos colocar uma ficha para fazer ligações e somente quando completava a ligação a ficha caía no coletor de aparelho, o que, muitas vezes, demorava muito. Fecha parêntesis.</p>
<p>Sou um fã do Clayton Christensen. Já devo ter falado dele em algum post. Aliás é difícil falar sobre inovação sem citar alguns de seus ensinamentos. Quando se fala em inovação disruptiva, inovação sustentável, resultado econômico para inovação, seu nome é facilmente associável.</p>
<p>Além dos acima citados, tem um outro usado por ele desde 2003, que vem ganhando corpo. Não sei se foi ele quem falou disso primeiro, nem se a primeira vez foi realmente em 2003. Mas, como não pretendo fazer revisão bibliográfica, vou me arriscar a cometer esse erro (se alguém tiver essa informação, ilumine-nos).</p>
<p>O conceito é o “<em>Job to be done</em>” (que chamaremos de J2BD para facilitar), ou seja, a tarefa a ser realizada. Para entender o que é isso, precisamos nos perguntar por que as pessoas compram? Segundo o artigo <em>Finding the right job for your product</em>, escrito por Clayton Christensen, Scott Anthony, Gerald Berstell e Denise Nitterhouse, as pessoas compram para realizar tarefas (<em>jobs</em>). Eles defendem que o <em>job</em> deve ser a unidade central de análise de oportunidades de inovação, ao contrário dos diversos tipos de segmentação que costumamos realizar (de fato, as abordagens podem ser complementares, mas não vamos entrar neste mérito hoje).</p>
<p>Uma das vantagens dessa abordagem é que a tarefa muda muito pouco ao longo dos anos. Exemplos clássicos: eu não preciso necessariamente de um chinelo, um sapato ou um tênis, mas sim proteger meus pés enquanto caminho. E há quanto tempo é assim?</p>
<p>Homens precisam tirar os pelos do rosto (o que aliás é muito chato; gasta-se tempo e dinheiro com giletes, barbeadores e barbeiros). Essa é um pouco mais recente que a anterior, mas continua sendo uma tarefa cotidiana.</p>
<p>Outro exemplo comum é o da furadeira. Quem disse que queremos ou precisamos ter uma. O que precisamos é do furo (já falei disso no post sobre compras coletivas).</p>
<p>A Brastemp enxergou isso. Nós não precisamos de filtros ou galões de água em casa. Precisamos é de água. Nossa tarefa é buscar água limpa para beber, cozinhar, etc (igual era há milhares de anos). Não precisamos de purificador de água grande ou pequeno, cinza ou branco para combinar com a cozinha, de torneira ou de botão, com uma, duas ou três filtragens, etc. O que fez a Brastemp? E lançou um serviço de assinatura de água. (<a href="http://www.brastemp.com.br/PurificadoresdeAgua">http://www.brastemp.com.br/PurificadoresdeAgua</a>). E tem mais, você não precisa de se preocupar com a manutenção. Eles cuidam da troca de filtros.</p>
<p>Steve Jobs parece ter sido um “predestinado”. Seus produtos foram muito focados na tarefa a ser realizada. Mas esse será assunto do meu próximo post, no ano que vem, quando falarei sobre os “não” da inovação (olha o <em>teaser!!!</em>. Kkkkkk).</p>
<p>Haveria muitos outros exemplos, mas posts muito longos não são o meu forte. Então vamos tratando de encerra-lo.</p>
<p>O setor financeiro precisa estar atento a isso. Ninguém acorda com vontade de ir correndo a um banco fazer um CDC ou um cheque especial ou aplicar em um fundo. Cada cliente tem uma tarefa a ser realizada. Quem conseguir trabalhar isso pode &#8220;descomoditizar&#8221; os produtos e serviços financeiros.</p>
<p>Feliz 2012!!!!!!!!!</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/gestao/'>Gestão</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/ideias/'>Ideias</a> Tagged: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/brastemp/'>Brastemp</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/j2bd/'>J2BD</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/job/'>Job</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/399/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/399/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=399&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Você conhece o Butão?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O  Butão fica no “topo do mundo”, bem perto do céu. Um pequeno reino distante, isolado, onde vive um povo que se considera feliz. Dizem ser um dos pedaços mais belos deste planeta. O país fica na Ásia, encravado bem na Cordilheira do Himalaia, entre dois gigantes. Ao norte, está a China. E ao sul, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=391&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  Butão fica no “topo do mundo”, bem perto do céu. Um pequeno reino distante, isolado, onde vive um povo que se considera <strong>feliz</strong>. Dizem ser um dos pedaços mais belos deste planeta. O país fica na Ásia, encravado bem na Cordilheira do Himalaia, entre dois gigantes. Ao norte, está a China. E ao sul, a Índia.</p>
<p>O país viveu isolado durante séculos. O terreno acidentado e o difícil acesso ajudaram o povo a preservar a harmonia e as tradições. Há 60 anos é que o Butão começou a ter contato com o resto do mundo.</p>
<p>Em 1974, um rei muito jovem, com 18 anos, assumiu o trono. Ele era um idealista, um sonhador e não queria repetir no Butão os erros que havia observado em outros países, como a falta de harmonia familiar, o excesso de consumo, a falta de cuidado com a natureza.</p>
<p>A diferença do Butão é que as ideias convencionais de desenvolvimento não devem ser aplicadas. O que se quer é criar um ambiente para o florescimento da felicidade. A Felicidade Interna Bruta (FIB) é muito mais importante que o Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O atual rei do Butão é o mais jovem monarca do mundo, com 31 anos e solteiro, após seu pai abdicar do trono, apesar de não estar velho. Três anos atrás, o país virou uma monarquia parlamentarista, mas os ensinamentos do rei sonhador não foram esquecidos. Hoje, existe um departamento especial para cuidar da felicidade do povo.</p>
<p>Não é fácil medir a felicidade, ela depende de cada um. O que se tem é um instrumento de triagem. Então, qualquer política, programa, iniciativa, que vai para a comissão, é testada por este instrumento, no qual se avalia o impacto na FIB.</p>
<p>Ao contrário do PIB, que tem um índice para ser avaliado, a Felicidade Interna Bruta não pode ser medida. Mas o governo usa 23 critérios para avaliar se um projeto pode ou não diminuir a felicidade do povo. Dependendo disso, ele é ou não aprovado.</p>
<p>Entre os critérios estão saúde, governança, uso do tempo, valores de família. Se a iniciativa estiver de acordo com estas variáveis, irá contribuir para a felicidade.</p>
<p>E isso é relevante para o mundo? O Butão ocupa a 133º, entre 177 países, no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Mas veja a resolução da Organização das Nações Unidas, publicada na assembleia no dia 11 de julho de 2011:</p>
<p><em>Reconhecendo a necessidade de promover o desenvolvimento sustentável e atingir as Metas de Desenvolvimento do Milênio,</em></p>
<p><em>1. Convida os Estados Membros a perseguirem a elaboração de indicadores adicionais que melhor capturem a importância da busca da felicidade e do bem-estar no desenvolvimento, com vistas a orientar suas políticas públicas;</em></p>
<p><em>2. Convida aqueles Estados Membros que tenham tomado iniciativas para desenvolver novos indicadores, e outras iniciativas, para que compartilhem informações daqui para frente com o Secretário-Geral, como uma contribuição para a agenda de desenvolvimento das Nações Unidas, incluindo as Metas de Desenvolvimento do Milênio;</em></p>
<p><em>3. Dá as boas vindas à oferta do Butão no sentido de convocar um painel de discussão sobre o tema FELICIDADE E BEM-ESTAR durante sua 66ª sessão;</em></p>
<p><em>4. Convida o Secretário-Geral a buscar os pontos de vista dos Estados Membros e relevantes organizações regionais e internacionais na busca da felicidade e do bem-estar, e comunicar tais pontos de vista na Assembléia Geral na sua 67ª sessão para uma análise mais aprofundada.</em></p>
<p>Diversos países, inclusive o Brasil, estão recebendo recursos para estudar esse assunto.</p>
<p>Mas que papo é esse de felicidade? Daqui a pouco você vai falar de amor! Qual é? Estamos no mundo dos negócios! <em>Business</em>&#8230;..</p>
<p>Se não quiser mais ouvir falar sobre isso, feche o browser agora. Ficou? Então vamos! =D</p>
<p>No mês de agosto estive no FDC Experience, um evento completamente inovador promovido pela Fundação Dom Cabral. Dois dias de muita reflexão, com cerca de 400 executivos de empresas e consultores. O tema? Novos mapas: mundial, organizacional e pessoal.</p>
<p>E onde entra a felicidade? Em todas as sessões. A primeira mesa (das poucas que ocorreram) fala de amor e felicidade. Os habitantes do planeta precisam ser felizes; os funcionários das empresas precisam ser felizes; as pessoas precisam ser felizes. E, na última atividade, a mensagem foi bem clara: VOCÊ precisa ser feliz.</p>
<p>Não tenho a receita para a felicidade. Nem pessoal, nem empresarial. Pode ser com ou sem inovação, com ou sem tecnologia, consumindo mais ou menos, com ou sem cartão de crédito. Só sei que dependo de mim. Passo muito tempo dentro desta empresa e, se não for feliz aqui, me restará muito pouco tempo para ser feliz.</p>
<p>Então já resolvi, serei FELIZ! Muito feliz! Você vem comigo?</p>
<p>P.S. Quem quiser assistir um dos palestrantes do evento há uma palestra, no Youtube, do Prof. Clóvis de Barros Filho, parecida com a que ele fez. O nome é “A vida que vale a pena” (http://www.youtube.com/watch?v=D8_NICu4mq0). É muito boa!!!!</p>
<p>Informações do Butão obtidas em  http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2011/05/conheca-butao-que-e-considerado-o-pais-da-felicidade.html</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/uncategorized/'>Uncategorized</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/391/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=391&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Parábola do Inovador</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 18:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[O ‘Reino da Inovação’ será como o Sr. Futuro que, passeando pelas rodovias do mundo empresarial, derramou alertas, tendências e fatos portadores de futuro. Eis que passa o primeiro veículo. As pessoas estavam muito preocupadas com seus problemas atuais. Sua estratégia era diminuir o custo da viagem: reduzir a velocidade, economizar combustível, poupar os pneus, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=372&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ‘Reino da Inovação’ será como o Sr. Futuro que, passeando pelas rodovias do mundo empresarial, derramou alertas, tendências e fatos portadores de futuro.</p>
<p>Eis que passa o primeiro veículo. As pessoas estavam muito preocupadas com seus problemas atuais. Sua estratégia era diminuir o custo da viagem: reduzir a velocidade, economizar combustível, poupar os pneus, não parar para lanches. Gastando muito tempo olhando para seu painel de controle, não perceberam os avisos e seguiram viagem pelo caminho que já estavam acostumados a fazer.</p>
<p>O segundo veículo a passar pela estrada tinha um histórico de conquistas. Seus ocupantes gostavam muito de olhar o retrovisor e celebrar suas vitórias. “Em time que está ganhando não se mexe”. Chegaram  a ver os avisos mas estavam muito ocupados conversando sobre o que já tinham feito para garantir o sucesso.</p>
<p>E veio o terceiro veículo, onde as pessoas pareciam estar bem focadas e comprometidas. Sem uma rota definida, o olhar procurava algum veículo com credibilidade para seguir e todo esforço era feito para manter o ritmo e não se perder. Os avisos, apesar de vistos, não interferiam no comportamento.</p>
<p>Finalmente veio o quarto veículo. As pessoas em seu interior olhavam constantemente para o lado de fora, acompanhando os sinais. Depois havia uma ampla discussão entre eles para decidir o que fazer. Com o destino definido e um mapa (ou GPS), passavam por vários caminhos e faziam diversas paradas, aproveitando as oportunidades, já que não temiam se perder.</p>
<p>Quem tem olhos para ler, leia&#8230;</p>
<p>Abraço.</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/gestao/'>Gestão</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/pessoas/'>Pessoas</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/372/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/372/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=372&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O paradoxo da inovação</title>
		<link>http://luizhlaraujo.wordpress.com/2011/06/14/o-paradoxo-da-inovacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ipad2]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Fato 1:  Odeio preencher formulários a mão! Aqueles de recepção de hotel então nem se fala. Fato 2: Acho que estou desaprendendo a escrever por causa do computador. Fico pensando se nesse mundo cada vez mais touch perderei também minha pequena habilidade de digitação, algo que aprendi nos velhos tempos da máquina de datilografia e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=328&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fato 1: </em> Odeio preencher formulários a mão! Aqueles de recepção de hotel então nem se fala.</p>
<p>Fato 2: Acho que estou desaprendendo a escrever por causa do computador. Fico pensando se nesse mundo cada vez mais <em>touch</em> perderei também minha pequena habilidade de digitação, algo que aprendi nos velhos tempos da máquina de datilografia e que venho cultivando com o teclado do computador. Para quem não sabe, muitos concursos públicos tinham prova de datilografia. Que horror!</p>
<p>Fato 3: Será que meus filhos ainda usarão computador? Eles adoram brincar com os meus <em>gadgets, </em>principalmente os <em>touch screen</em>.</p>
<p>Fato 4: Preciso comprar um <em>tablet!!!!!!!!</em><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabua1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-346" title="Tabua" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabua1.jpg?w=420&#038;h=216" alt="" width="420" height="216" /></a><br />
<a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabua21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-349" title="Tabua2" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabua21.jpg?w=426&#038;h=218" alt="" width="426" height="218" /></a>                                        Fonte: <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/39224_O+COMPUTADOR+MORREU+CHEGOU+A+ERA+DOS+TABLETS">Isto é Dinheiro</a></p>
<p>Não me pergunte se é modismo, consumismo ou praticidade. Talvez um pouco de cada? NÃO RESPONDO !!!!!</p>
<p>E já resolvi: será um iPad 2 que, por sinal, começou a ser vendido no Brasil no final de maio (e, pra variar, acabou instantaneamente). É que preciso completar (não sei quando) o meu kit <em>geek</em> (iPod, iPhone, iPad). Hehehe! Falando assim parece fácil, mas não foi tão “simples assim”.</p>
<div id="attachment_337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 259px"><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tablets2.jpeg"><img class="size-full wp-image-337" title="tablets" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tablets2.jpeg?w=600" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">??????????????</p></div>
<p>Escolher um <em>tablet</em> está sendo uma decisão cada vez mais difícil. A minha foi pela comodidade (a idade vai chegando e lidar com vários sistemas, menus e botões vai ficando complicado). Não me lembro de ter visto um produto ser lançado por tantas marcas em tão pouco tempo. No início cheguei a ficar em dúvida entre o iPad 2 (Apple) e o Galaxy Tab (Samsung). Hoje já tem, ou já foi anunciado, o Streak (Dell), G-slate e Optimus Tab (LG), Eee Pad MeMO (Asus), Le Pad (Lenovo), Xoom (Motorola), Flyer (HTC), Playbook (RIM), Touchpad (HP), S1 e S2 (Sony) e Iconia Tab A500 (Acer).</p>
<p>Tem ainda marcas menos conhecidas como o Galapagos (Sharp), ZTE V9 (ZTE), STI Mypad MP 1003G (Toshiba) e Life (Multilaser). Até a famosa marca de máquinas de datilografia (Olivetti, aquela dos concursos de datilografia, lembra?) apresentou o seu OliPad. Ainda tem a Positivo (nacional) anunciando o seu produto. Você contou? Vou te ajudar: 20. Na Consumer Electronics Show – CES 2011, uma das maiores feiras profissionais de eletrônicos do mundo, a expectativa era de que fossem mostrados mais de 80 modelos.</p>
<p>Se havia dúvida entre sistema operacional aberto (Android) ou fechado (iOS-Apple), a coisa ficou ainda mais complicada. Tem ainda o Windows 7, o webOS e o sistema da RIM (Blackberry). Complicado? Eu também acho.</p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/melhor-tablet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-339" title="melhor-tablet" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/melhor-tablet.jpg?w=300&#038;h=160" alt="" width="300" height="160" /></a></p>
<p>Principalmente se pensarmos que, apesar de terem surgido na década de 80, os tablets (<em>gadgets</em> considerados atualmente como híbridos de netbooks e smartphones) voltaram a ganhar notoriedade somente em abril de 2010, com o lançamento do iPad. De lá para cá, esses dispositivos receberam maior atenção das fabricantes. A preocupação é tanta que o Governo incluiu a fabricação de <em>tablets</em> na Lei do Bem (lei que concede incentivos fiscais).</p>
<p>Diante de tantos modelos, obviamente a competição se acirra. Alguns especialistas dizem que o Android será o “vencedor”. Eu prefiro que ninguém ganhe e que se mantenha a concorrência, porque isso é sinal de mais inovações e melhorias para o consumidor. Steve Jobs reapareceu na semana passada para falar de novidades no mundo Apple. Nada muito inovador: coisas já existentes por aí que passam a ser integradas aos sistemas da Maçã.</p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/jobsangel1.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="Jobsangel" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/jobsangel1.jpeg?w=600" alt=""   /></a></p>
<p>A pergunta que automaticamente surge é: como se diferenciar? Será que o mundo dos tablets será igual ao dos computadores? Estaremos diante de mais uma <em>commodity</em>? Quantas marcas conseguirão permanecer no mercado?</p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/capsules2.jpeg"><br />
</a><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/lotsoftablets.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-353" title="lotsoftablets" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/lotsoftablets.jpeg?w=600" alt=""   /></a></p>
<p>Avaya e Cisco resolveram apostar em um novo caminho: os tablets corporativos. Eles não são voltados ao consumidor, mas atendem a necessidades corporativas, unificando várias formas de comunicação, como e-mail, telefone, videoconferência, em um único aparelho.</p>
<p>O que difere os tablets desenvolvidos para o consumidor daqueles feitos para as empresas? Os primeiros permitem uma experiência de entretenimento. Os outros contam com recursos para o ambiente de trabalho.</p>
<p>É o que se propõe o Flare, tablet da Avaya que está em fase de homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e em teste em um banco brasileiro. Ele permite videoconferências com até 20 pessoas, compartilha apresentações em PowerPoint e unifica todos os tipos de comunicação.<br />
<a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabletcorporativo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-345" title="tabletcorporativo" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/06/tabletcorporativo.jpg?w=300&#038;h=284" alt="" width="300" height="284" /></a>                                                        Fonte: <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/37206_O+IPAD+DAS+EMPRESAS">Isto é Dinheiro</a></p>
<p>E onde vamos parar? A HSM, em seu especial <a href="http://www.hsm.com.br/inovacao">Inovação</a> (http://www.hsm.com.br/inovacao), nos apresenta um texto chamado “O paradoxo da inovação”, que é muito aderente a esta discussão.</p>
<p>Segundo o autor, o paradoxo é que “quanto mais inovamos mais difícil se tornam as próximas inovações e a manutenção de uma estratégia competitiva baseada na inovação”. E continua: “a implantação de cada inovação tende a custar mais que a anterior porque para inovar são necessários novos aportes financeiros para pesquisa, desenvolvimento, planejamento, produção, marketing e comercialização”.</p>
<p>Quando um produto vira <em>commodity</em>, podemos encontrar no mercado infinitas variações para um mesmo produto. Diante de, por exemplo, dezenas de opções de extrato de tomate (a maioria com embalagem vermelha), um consumidor sente uma ansiedade de decisão (decidir custa tempo) e, por mais que goste de experimentar, ele tende a buscar diminuir o estresse elegendo uma marca e, uma vez obtendo satisfação, acaba fidelizando sua escolha. No caso de produtos mais caros, como os tablets, a experimentação em escala se torna um pouco inviável, ficando a busca por informação ou ter uma pequena experiência atributos mais decisivos na escolha. O que não elimina o stress, muito pelo contrário.</p>
<p>”Assim, quanto maior o volume de inovações em um curto espaço de tempo, mais difícil ficará a partir de um determinado momento que os consumidores queiram tão intensamente o novo em função do estresse de decisão de compra e de uma racionalidade de compra crescente. Cada inovação a partir daí tem que ser muito significativa e para conseguir-las teremos que investir corretamente em P&amp;D”.</p>
<p>Penso que o setor financeiro ainda esteja longe do paradoxo da inovação, propriamente dito. Mas temos um exemplo próximo com os fundos de investimento. Ou será que alguém consegue dizer qual fundo e de qual banco é melhor investir seu dinheiro? Se sobrar é claro.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/ideias/'>Ideias</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/negocios/'>Negócios</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/inovacao/'>inovação</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/ipad2/'>ipad2</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/tag/tablet/'>tablet</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/328/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/328/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=328&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Me faz um bolo que eu corto sua grama</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Falei recentemente por aqui de crowdsourcing, crowdfunding, compras coletivas. Hoje quero trazer uma ideia, ou melhor, um conceito que vem ganhando espaço, que engloba um pouco de tudo isso: CONSUMO COLABORATIVO. Visto da forma como o conceito se apresenta, podemos estar assistindo a uma importante inovação nos modelos de negócio, com impacto principalmente para o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=310&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falei recentemente por aqui de crowdsourcing, crowdfunding, compras coletivas.</p>
<p>Hoje quero trazer uma ideia, ou melhor, um conceito que vem ganhando espaço, que engloba um pouco de tudo isso: <strong>CONSUMO COLABORATIVO</strong>. Visto da forma como o conceito se apresenta, podemos estar assistindo a uma importante inovação nos modelos de negócio, com impacto principalmente para o varejo.</p>
<p>A revista TIME, de 17 de março de 2011, aponta esse movimento como uma das 10 ideias que irão mudar o mundo (<em>10 ideas that will change de world</em>). Expoente e, possivelmente, cunhadora desse termo, Rachel Botsman, e seu co-autor, Roo Rogers, escreveram o livro<em> &#8220;What&#8217;s Mine Is Yours: The Rise of Collaborative Consumption&#8221;, </em>que deverá ganhar uma versão em português, talvez já no mês de abril. A tradução deverá ter como título &#8220;O que é meu é seu&#8221;.</p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/04/ccwhats_mine.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-318" title="CCwhats_mine" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/04/ccwhats_mine.gif?w=600" alt=""   /></a></p>
<p>No TED Talks, em dezembro de 2010, Rachel explica a origem e o conceito do termo, o qual tomo a liberdade de reproduzir com algumas adaptações (http://www.ted.com/talks/rachel_botsman_the_case_for_collaborative_consumption.html).</p>
<p>Em se tratando de contexto, quatro fatores contribuíram para a ascensão do consumo colaborativo:<br />
1 &#8211; Uma  renovada crença na importância das comunidades;<br />
2 &#8211; Uma torrente de redes sociais e de tecnologias em tempo real;<br />
3 &#8211; Preocupações ambientais não resolvidas;<br />
4 &#8211; Uma recessão global que chocou radicalmente hábitos de consumo.</p>
<p>Diante desse cenário, as pessoas começam a resgatar a viabilidade da boa e velha prática do escambo, do empréstimo com o vizinho. Só que agora sob um ponto de vista global, viabilizado pela tecnologia.</p>
<p>A lógica é a seguinte:<br />
1 &#8211; para que ter uma furadeira, se eu a usarei por 20 minutos e o resto do tempo ela fica na caixa, ocupando espaço no armário, solitária, à espera de alguém que precise dela? E se alguém puder me emprestar quando eu precisar? Ou eu emprestar quando alguém precisar?<br />
2 &#8211; por quê eu preciso comprar um DVD que quero assistir, se na maior parte das vezes o assistirei no máximo duas vezes? Será que alguém gostaria de trocar comigo? DVD infantil não vale!<br />
3 &#8211; gosto de limpar o jardim, mas não gosto de cozinhar. Tenho tempo livre mas não tenho dinheiro sobrando. Vou dar uma festa, será que alguém pode fazer um bolo pra mim?</p>
<p>Após avaliar inúmeras situações como essas e as práticas que vem ocorrendo na web, Rachel e Rogers entenderam que o consumo colaborativo pode ser agrupado em três sistemas:</p>
<p>1 &#8211; Mercados de redistribuição: o produto usado é tirado de um lugar onde não é mais utilizado e levado para algum lugar onde ele é desejado. Isso prolonga o ciclo de vida do produto e colabora para a redução do lixo.</p>
<p>2 &#8211; Estilos de vida cooperativos: as pessoas compartilham dinheiro, habilidades e tempo.</p>
<p>3 &#8211; Sistema de serviços de produto: paga-se pelo benefício que o produto traz ao indivíduo. Geralmente com produtos com alta capacidade ociosa. É o caso das novas modalidades de aluguel de carros que ficam disponíveis em pontos da cidade.</p>
<p>Quer confirmar se isso é ou não uma realidade:<br />
1 &#8211; Time Banks (www.timebanks.org): para cada hora que você gasta fazendo algo para alguém na sua comunidade, você ganha um &#8220;Time Dollar&#8221;. Então você tem um Time Dollar para gastar com alguém fazendo alguma coisa para você.<br />
2 &#8211; Swap (www.swap.com): Swap.com é um mercado online que permite que você liste o que você tem e troque por algo que você queira (livros, jogos, música e filmes). Já são 1,9 milhões de pessoas cadastradas.<br />
3 &#8211; Airbnb (www.airbnb.com): um local onde você pode alugar seu apartamento nos dias que você não está usando.</p>
<p>Enfim, esse é o modelo do consumo colaborativo (século 21) que, em contraposição ao modelo de hiper-consumo (século 20), migra de:<br />
1 &#8211; Crédito para Reputação<br />
2 &#8211; Propaganda para Comunidade<br />
3 &#8211; Propriedade Individual para Acesso Compartilhado</p>
<p>Aguardemos. Grande abraço.</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/ideias/'>Ideias</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/negocios/'>Negócios</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/310/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/310/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=310&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Carai véi, isso aqui tá o maior crowd!</title>
		<link>http://luizhlaraujo.wordpress.com/2011/03/22/carai-vei-isso-aqui-ta-o-maior-crowd/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 02:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás falar que algum lugar tava crowd era certeza de multidão, confusão, muvuca&#8230; Hoje? Sinônimo de oportunidade de negócios. Do que estamos falando? Crowdsourcing, crowdfunding, compras coletivas. Na última publicação falamos sobre crowdsourcing e sua oportunidade de, a partir de plataformas na internet, estender a capacidade de envolver pessoas na solução de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=290&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás falar que algum lugar tava crowd era certeza de multidão, confusão, muvuca&#8230;</p>
<p>Hoje? Sinônimo de oportunidade de negócios.</p>
<p>Do que estamos falando? <em>Crowdsourcing</em>, <em>crowdfunding</em>, compras coletivas.</p>
<p>Na última publicação falamos sobre <strong><em>crowdsourcing</em></strong> e sua oportunidade de, a partir de plataformas na internet, estender a capacidade de envolver pessoas na solução de desafios.  A ideia surge a partir da junção &#8220;ideológica&#8221; de duas palavras: Crowd (Multidão) e Outsourcing (Recrutar), ou seja, possibilitar que o trabalho tradicionalmente feito por uma equipe ou profissional específico possa ser realizado por um grande grupo de pessoas que aproveitam os seus momentos de folga ou repouso para colaborar de forma &#8220;muitas vezes&#8221; gratuita.</p>
<p>Digo &#8220;muitas vezes&#8221;, porque já há sites na internet se especializando em intermediar a demanda e a oferta de soluções, mediante remuneração ou premiação. O Battle of Concepts, por exemplo, conta com a participação de grandes empresas com Natura e Ambev. A seguir listo alguns exemplos de sites no Brasil:</p>
<p><a href="http://www.battleofconcepts.com/">www.battleofconcepts.com.br</a><a href="http://www.ideas.me/" target="_blank"><br />
www.ideas.me</a><br />
<a href="http://www.campus-labs.com/br/index.php" target="_blank">www.campus-labs.com/br/index.php</a><br />
<a href="http://www.kunigo.com/" target="_blank">www.kunigo.com</a><br />
<a href="http://www.mutopo.com/" target="_blank">www.mutopo.com</a><br />
<a href="http://www.wedologos.com.br/" target="_blank">www.wedologos.com.br</a><br />
<a href="http://www.zooppa.com.br/" target="_blank">www.zooppa.com.br</a></p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/crowdfunding.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-295" title="crowdfunding" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/crowdfunding.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Outro modelo <em>crowd </em>que vem crescendo e já chegou ao Brasil é o <em>Crowdfunding</em>. A Revista Exame vem trazendo algumas reportagens desde novembro de 2010.</p>
<p>Suponha que um grupo de amigos queira montar um filme. Caso não tenha recursos próprios, o que é mais provável, poderá fazer sua peregrinação: Ministério da Cultura, empresas, bancos, amigos. E pode perceber que isso dá mais trabalho que fazer o filme.</p>
<p>Então resolve, vamos passar a sacolinha. De quanto precisamos? R$ 100 mil? Ok. Mas porque as pessoas nos ajudariam? E se elas financiassem o projeto em troca  de algo? Vamos fazer um pacote. Quem financia 20 reais poderá baixar o filme antes da estreia. A cada 50 reais, além de baixar o filme, ganha duas entradas para o cinema. 100 reais dá direito a um DVD. E assim por diante. E todos terão seu nome exposto nos créditos do filme.</p>
<p>Pronto, bastar criar um site e esperar as doações. Será?</p>
<p>Algumas vezes isso funcionou, mas o que está começando a se intensificar é a criação de sites específicos para essa finalidade. Mediante uma remuneração, o site abre espaço para as doações. Se o valor estipulado for alcançado, o proponente recebe o dinheiro. Se não, o dinheiro é devolvido ao doador.</p>
<p>Um dos casos mais famosos é o site <a href="http://www.kickstarter.com/">www.kickstarter.com</a>. No exterior ainda temos os:<br />
<a href="http://www.indiegogo.com/">www.profounder.com</p>
<p>http://peerbackers.com/</p>
<p>www.indiegogo.com</a></p>
<p>No Brasil o tema está se proliferando. Um exemplo de projeto baseado neste tipo de financiamento é o documentário &#8220;Eu Maior&#8221; (veja o <a title="Eu Maior - Documentário" href="http://vimeo.com/16450373">vídeo </a>explicando as vantagens de financiar ).</p>
<p>Chama a atenção no Brasil o site <a title="Catarse" href="www.catarse.me">Catarse</a>, que entrou no ar este ano. O site <a title="Vakinha" href="www.vakinha.com.br">Vakinha </a>já permite aos noivos angariar recursos para seu casamento. Ainda há muitos outros:</p>
<p><a href="http://www.embolacha.com.br/" target="_blank">www.embolacha.com.br</a><br />
<a href="http://www.impulso.org.br/" target="_blank">www.impulso.org.br</a><br />
<a href="http://www.incentivador.com.br/" target="_blank">www.incentivador.com.br</a><br />
<a href="http://www.lovemoney.com.br/" target="_blank">www.lovemoney.com.br</a><br />
<a href="http://www.movere.me/" target="_blank">www.movere.me</a><br />
<a href="http://www.motiva.me/" target="_blank">www.motiva.me</a><br />
<a href="http://www.multidao.art.br/" target="_blank">www.multidao.art.br</a><br />
<a href="http://www.produrama.com.br/" target="_blank">www.produrama.com.br</a><br />
<a href="http://www.queremos.com.br/" target="_blank">www.queremos.com.br</a><br />
<a href="http://www.sensoincomum.com.br/" target="_blank">www.sensoincomum.com.br</a><br />
<a href="http://www.wacawaca.com.br/" target="_blank">www.wacawaca.com.br</a></p>
<p>Nesse novo modelo, quem incentiva faz porque gosta e se identifica com os projetos. Surge a oportunidade de fazer parte de algo grande, mesmo contribuindo com pouco! E qualquer um com uma ideia na cabeça pode se utilizar do <strong><em>crowdfunding</em></strong>. Ele é uma maneira de levantar o dinheiro que você precisa, para realizar o que você sonha, através de pessoas que anseiam por te ajudar.</p>
<p>O Paulo Gans, no site <a href="http://escoladeredes.ning.com/group/redescolaborativaviacrowdfundingecrowdsourcing?">Escola de Redes</a>, apresenta uma interessante figura mostrando esses recentes movimentos ligados às multidões. Em sua opinião esses movimentos estão interligados e quem souber aproveitar melhor as intersecções tem mais possibilidade de sucesso.</p>
<p><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/conjunto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-294" title="Crowd" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/conjunto.jpg?w=300&#038;h=272" alt="" width="300" height="272" /></a></p>
<p>E o sistema financeiro? Como fica?</p>
<p>Serão impactados por esses novos modelos?</p>
<p>Oportunidade ou ameaça?</p>
<p>Boa reflexão.</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/ideias/'>Ideias</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/processos/'>Processos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=290&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Crowd</media:title>
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		<title>When ideas have sex</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 17:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dos posts que coloco aqui são fruto da necessidade que tenho de alimentar um blog corporativo quando o tema é inovação. A ideia deste post começou numa sexta-feira&#8230; Acabei de voltar do almoço. E a semana insiste em não acabar. Reuniões para todo o lado. Tendências, redes sociais, ferramentas tecnológicas, socialminer, posicionamento mercadológico, inovação, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=271&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dos posts que coloco aqui são fruto da necessidade que tenho de alimentar um blog corporativo quando o tema é inovação.  A ideia deste post começou numa sexta-feira&#8230;</p>
<p>Acabei de voltar do almoço. E a semana insiste em não acabar. Reuniões para todo o lado. Tendências, redes sociais, ferramentas tecnológicas, <em>socialminer</em>, posicionamento mercadológico, inovação, agência conceito, cenários prospectivos. Cada reunião que participo gera novas reuniões. Parece coelho. Este mês ainda tem viagem a serviço. Como fica a logística da escola das crianças? Meus emails estão acumulando. Não consigo acompanhar o twitter #inovação. E na semana que vem ainda tem blog corporativo.</p>
<p>Uma vozinha fica martelando na minha cabeça: não vai começar a escrever o post de inovação da terça-feira?  Mas como vou começar? Meu lado esquerdo do cérebro está a todo vapor. Será o o lado direito tá vivo?</p>
<p>Preciso escrever algo diferente. Mas o quê? Inovação está diretamente ligada à criatividade, mas no fundo tudo vira processo e o discurso se repete: é preciso inovar para se diferenciar e se manter competitivo no mercado.</p>
<p>E outra voz martela meus pensamentos: &#8220;Olha pra sua agenda; tá cheia de entregas previstas; cadê? Esqueceu das suas tarefas diárias? E essa sexta não acaba nunca&#8230;</p>
<p>Chega! Preciso tomar um café, conversar um pouco, trocar umas ideias.  É isso!!!!!!! &#8220;Senta de novo, vamos lá!&#8221;</p>
<p>Lembrei de um <a title="TED - Matt Ridley" href="http://blog.ted.com/2010/07/14/when_ideas_have/">vídeo</a> que vi no TED: When Ideas Have Sex, do Matt Ridley. Numa tradução livre: Quando Ideias Fazem Sexo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/mattridley.jpg"><img class="size-full wp-image-277 aligncenter" title="MattRidley" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/mattridley.jpg?w=600" alt=""   /></a></p>
<p>Lembrei ainda do post de uma colega no blog corporativo, sob o tema marketing: &#8220;Sexo para dar e vender&#8221;, com base na experiência do filme de &#8220;Pernas para o Ar&#8221;. Falar de  sexo em um blog corporativo é certamente algo diferente, que foge à  rotina e à tradição de um instituição bicentenária. Será que vale a pena  repetir o &#8220;tema&#8221;? Era a chance de fazer diferente, mesmo sem ser pioneiro.</p>
<div id="attachment_278" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/machadomouse.jpg"><img class="size-medium wp-image-278" title="machadomouse" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/machadomouse.jpg?w=300&#038;h=162" alt="" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Machado Acheulian x Mouse</p></div>
<p>Em sua apresentação Matt parte da comparação de um machado Acheulian (que deve ter sido inventado há meio milhão  de anos) e um mouse (que possivelmente estará obsoleto daqui a cinco anos. A semelhança? Ambos foram feitos para caber na mão. A(s) diferença (s)?</p>
<p>São várias.  Enquanto o machado é feito com uma única substância, o mouse é feito por diversas (plástico, silício, laser, etc). Além disso, o machado foi feito por uma única pessoa, enquanto ninguém sabe fazer o mouse. É isso mesmo. As pessoas sabem fazer partes do mouse. Uns sabem extrair petróleo, outros fazer o plástico, outros montar as peças, etc.  E isso pode ser explicado por uma teoria econômica eternizada por Davi Ricardo em 1817: a teoria das vantagens comparativas&#8230; que trouxe a especialização&#8230; que trouxe a combinação &#8230; que trouxe a colaboração e o intercâmbio.</p>
<p>E é aqui que a ciência econômica se mistura com as ciências naturais, na teoria da evolução das espécies de Darwin. Como assim? Do ponto de vista biológico, é a fertilização cruzada que possibilita o melhoramento genético das espécies.  <a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/namoro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-280" title="Namoro" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/namoro.jpg?w=600" alt=""   /></a> Já me disseram que eu costumo ir levando o pensamento das pessoas até o assunto que eu quero falar. Então, pronto, chegamos no &#8220;quando as ideias fazem sexo&#8221;.</p>
<p>Pessoas e organizações que se fecham reduzem sua capacidade de inovar. É preciso cruzar as ideias individuais para melhorá-las. Por isso a diversidade (gênero, idade, cargo, área de conhecimento, etc) é uma das condições requeridas para o sucesso de equipes de inovação.</p>
<p>Na vanguarda desse pensamento de intercâmbio de ideias está o <em>crowdsourcing</em>. De acordo com a wikipédia, <em>&#8220;</em>é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias&#8221;.</p>
<p>Dentro do contexto deste post, o <em>crowdsourcing </em>poderia ser considerado uma &#8220;orgia&#8221; de ideias, podendo chegar ao ponto, inclusive, de ninguém saber quem foi o autor original da ideia.  <a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/crowdsourcing2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-282" title="crowdsourcing2" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2011/02/crowdsourcing2.jpg?w=300&#038;h=186" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p>Bem, assim como o sexo foi/é um tabu na sociedade, o crowdsourcing também o é para as organizações. Assim como o são as redes sociais.  Para não me alongar ainda mais nesta reflexão, quero lembrar, com permissão dos leitores biólogos, um dos ensinamentos de  Darwin, no qual as espécies que sobreviverão serão aquelas que tiverem maior capacidade de adaptação ao meio em que vivem&#8230;</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>A &#8220;inovação&#8221; como ela é</title>
		<link>http://luizhlaraujo.wordpress.com/2010/12/07/a-inovacao-como-ela-e/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 16:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post foi inspirado no lançamento do filme &#8220;A Rede Social&#8221;, que conta a &#8220;história&#8221; do Facebook. Claro que não fiz um trabalho de investigação. O que contarei será tão somente o que ouvi da boca de um dos fundadores do YouTube. O título é uma aproximação da &#8220;vida como ela é&#8221;, para desmistificar algumas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=255&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post foi inspirado no lançamento do filme &#8220;A Rede Social&#8221;, que   conta a &#8220;história&#8221; do Facebook. Claro que não fiz um trabalho de   investigação. O que contarei será tão somente o que ouvi da boca de  um  dos fundadores do YouTube.</p>
<p>O título é uma aproximação da &#8220;vida  como ela é&#8221;, para desmistificar  algumas estórias que ouvimos tanto que  viram mito (ou seria  desmitificar?). O objetivo é só mostrar que  inovação se faz também com  transpiração.</p>
<p>Antes de continuar,  para deixar claro: não quero tirar o mérito de  ninguém; mas somente  repassar alguns pedaços da história, contada pelo  próprio autor, que  nem sempre são divulgados.</p>
<p>Sem mais delongas&#8230;.</p>
<p>No dia 09 de novembro, em São Paulo, participei de um evento com ilustres convidados do Vale do Silício, entre os quais <strong>Aber Whitcomb,</strong> co-fundador do  MySpace, <strong>Ashwin Navin, </strong> co-fundador do BitTorrent e <strong>Jawed Karim,</strong> co-fundador do Youtube. Todos eles, apesar do dinheiro que já tem,   pareceram pessoas simples. E não nasceram para ser palestrantes. A   história fala por eles mesmos. Mas é legal ver ao vivo pessoas que   influenciaram fortemente na forma como nos relacionamos hoje na   internet. Mas é somente do último que falo a seguir.</p>
<p>Inicio de  2005, três amigos que trabalhavam na Pay-pal queriam montar  uma  empresa. No final de 2004 houve o Tsunami. Muitas pessoas filmaram e   fotografaram o fato. As fotos eram facilmente vistas em sites como o   Flickr, mas, para os vídeos, a dificuldade era maior (problemas de   banda, etc).</p>
<p>E inovação começa também a partir de estudos. Além  de ver uma  oportunidade, os jovens fundadores começaram a observar as  tendências da  época: as câmeras digitais começavam a ter opção de  vídeo, crescia o  uso de banda larga nas residências, o Flash permitia  ver vídeos em  qualquer navegador de internet.</p>
<p>Os amigos  discutiram essas tendências e concluíram que vídeos seriam  um sucesso.  Começaram com a ideia de criar um site de encontros com  vídeo (uma  evolução dos sites que só disponibilizavam fotos). Isso foi  em abril de  2005. &#8220;Tudo&#8221; que precisavam era conseguir vídeos de mulheres  e  chegaram a oferecer 10 dolares para as jovens que os  disponibilizassem.  Não conseguiram nenhum. Enfim, a primeira estratégia  foi copiar um  site de relacionamento, trocando imagem por vídeos. Não  deu certo.</p>
<p>A  segunda versão, em junho de 2005, era um Flickr para vídeos.  Funcionou  melhor porque as pessoas entenderam o que era o site.  Descobriram o  pote de ouro: as pessoas não conseguiam enviar os vídeos  por email, a  formatação dos vídeos era diferente, não havia lugar para  procurar  vídeos na internet. Eles eram a solução.</p>
<p>No inicio, tiveram dificuldade em convencer os investidores, que alegavam que ninguém ia querer ver o vídeo dos outros (<em>tinha/tem coisa mais chata que ver vídeos de formatura dos filhos dos outros? E do casamento? <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> )</em></p>
<p>Então  aconteceu o que parecia ser um balde de água fria. O Google  vídeos foi  lançado duas semanas antes do lançamento do YouTube. Como  fazer para  brigar com um concorrente tão poderoso? Por outro lado, esse  fato  ajudou a dar credibilidade para o &#8220;mercado&#8221; de vídeos online.</p>
<p>Tecnicamente  o YouTube foi evoluindo bastante e soube utilizar também  conceitos  vencedores de outros sites, como a colocação de tags. O que  aumentou  muito o acesso foi permitir o acesso ao vídeo a partir de  qualquer  site, assim como a disponibilização dos vídeos relacionados. Sem falar  no algoritimo  criado para converter os vídeos em padrões vistos em  qualquer  navegador.</p>
<p>Chamou-me a atenção mais uma das explicações  dada por Karim para o  sucesso do seu site em relação ao Google: a  despreocupação com a questão  da propriedade intelectual dos vídeos:  eles não tinham muito a perder.</p>
<p>Bem, diante de tanto sucesso, o  Google fez uma oferta irrecusável:  1,6 bilhão de dólares, em outubro de  2006, menos de 2 anos depois do  lançamento.</p>
<p>Ouvir o Karim foi  muito produtivo para mim. Não quero esticar mais  este texto falando de  lições aprendidas. Mas não dá para não falar do  senso de oportunidade,  do olhar para o ambiente externo, da  flexibilidade em mudar uma ideia  inicial e da coragem por lutar por algo  em que se acredita.</p>
<p>E pra você?</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/cultura-2/'>Cultura</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/ideias/'>Ideias</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/255/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=255&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Inovações sustentáveis</title>
		<link>http://luizhlaraujo.wordpress.com/2010/11/19/inovacoes-sustentaveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://luizhlaraujo.wordpress.com/?p=239</guid>
		<description><![CDATA[Hoje começo lançando um desafio: alguém pode me dizer se existem dois temas mais comentados para as empresas do que inovação e sustentabilidade? E por quê se fala muito disso? Arrisco-me a dizer um motivo: porque o discurso e a prática são coisas distantes. Posso mais um? Porque ambos remetem a resultado de longo prazo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=239&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje começo lançando um desafio: alguém pode me dizer se existem dois temas mais comentados para as empresas do que inovação e sustentabilidade?</p>
<p>E por quê se fala muito disso? Arrisco-me a dizer um motivo: porque o discurso e a prática são coisas distantes. Posso mais um? Porque ambos remetem a resultado de longo prazo, enquanto as empresas são cobradas pelo resultado de curto prazo; a famosa cobrança pelo resultado do trimestre. Esse segundo explica em parte o primeiro, mas talvez as maiores causas sejam de ordem cultural.</p>
<p>Estudo organizado pela DOM Strategy Partners mostra que a maior parte das empresas adota o foco na sustentabilidade em função das pressões externas e para sobrevivência, não por convicção. Para a inovação não seria razoável aceitar também essas justificativas?</p>
<p>Falar sobre isso me ocorreu pelo que vivi na semana passada (dois eventos onde a sustentabilidade estava em foco. Foi quando tomei conhecimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos &#8211; PNRS) e por um arquivo que recebi por email (é isso mesmo, ainda se envia arquivos por email, seja pela resistência pessoal às redes sociais e ou pela resistência organizacional às redes sociais), que você pode ver aqui ( <a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2010/11/thelatesttechnology.pps">thelatesttechnology</a> ). Se você não quiser/conseguir acessá-lo, ele traz diversas inovações tecnológicas (algumas talvez a gente nem venha a ter acesso, seja pelo preço ou porque serão substituídas por outra.</p>
<p>Algumas dessas inovações contribuem para a sustentabilidade. Outras, no entanto, vão em sentido contrário, porque ajudam a aumentar o lixo tecnológico, porque a parcela da humanidade que tem renda não resiste aos apelos das novas tecnologias.</p>
<p>Outro dia ouvi um diálogo interessante:<br />
- Comprei um <em>AiPhone</em> por um preço ótimo. Ainda dá pra colocar dois chips.<br />
- Eu não tenho coragem de comprar isso. Dizem que não dura 6 meses.<br />
- Melhor! O iPhone lança uma versão nova a cada 6 meses. Aí eu não fico com o problema de &#8220;ter&#8221;  que comprar um novo e não saber o que fazer com o antigo.</p>
<p>Em agosto foi sancionada a lei que cria a PNRS (ainda falta a regulamentação, prevista ainda para este ano). Muitas pessoas/empresas passam desapercebidas pela lei, achando que se refere apenas à destinação do lixo, responsabilidade atribuída a entes públicos. Isso  já é um enooooooorme avanço para a sociedade. Talvez não tenhamos que passar por soluções como no Egito (<a title="Reciclagem de lixo" href="http://www.safarishop.blog.br/?p=617" target="_blank">veja o link</a> com a matéria da Revista Superinteressante).</p>
<div id="attachment_240" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2010/11/reciclagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-240" title="Reciclagem" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2010/11/reciclagem.jpg?w=300&#038;h=240" alt="Catadores de lixo do Cairo" width="300" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Catadores de lixo no Cairo constroem aquecedores solares com material reciclado</p></div>
<p>A Globo News apresentou, em seu programa Cidades e Soluções, uma interessante reportagem sobre os impactos da nova legislação, com foco para a destinação do lixo  (<a title="O que muda com a nova lei do lixo" href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1609773-17665-304,00.html" target="_blank">Cidades e Soluções &#8211; O que muda com a nova lei do lixo)</a>, envolvendo principalmente agentes públicos, mas abordando também o papel das empresas.</p>
<p>Mas não é dessa parte da lei que quero falar, é das inovações que ela introduziu na Lei de Crimes Ambientais, que exigirão alterações operacionais e na conduta empresarial. Uma das inovações é o compartilhamento de responsabilidades pelo ciclo de vida dos produtos; neste particular a lei não se restringe ao responsabilizar os fabricantes. Considera responsáveis também os importadores, distribuidores, comerciantes e até os consumidores e titulares dos serviços de limbeza urbana ou manejo. A responsabilidade deverá ser implementada de forma individualizada e encadeada. Outro ponto forte abordado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos é a logística reversa, que já existia em caso pontuais como pilhas e pneus.</p>
<p><em>A logística reversa integra todas as etapas e atividades de recolher, desmontar e processar produtos vencidos, sobras, resíduos, materiais e embalagens, e este fluxo reverso abrirá novas atividades profissionais e econômicas tanto internas quanto externas às empresas, tornando-se fontes alternativas de renda e contribuindo para a sustentabilidade das atividades empresariais através da redução dos impactos ambientais e sociais de seus resíduos e desperdícios nas cadeias de produção, armazenamento, distribuição, comercialização, consumo e descarte. A logística reversa é fundamental à destinação adequada dos resíduos pós consumo e sua reintrodução nos sistemas produtivos (Antonio Silvio Hendges, em <a title="As empresas e a PNR" href="http://www.ecodebate.com.br/2010/08/13/as-empresas-e-a-politica-nacional-de-residuos-solidos-lei-12-3052010-artigo-de-antonio-silvio-hendges/" target="_blank">www.ecodebate.com</a>)</em></p>
<p>Continua o autor: <em><strong>as empresas deverão adotar práticas de sustentabilidade não apenas intencionais ou publicitárias, mas concretas, específicas e de longo prazo em suas atividades; <span style="text-decoration:underline;">não por boas intenções ou espontaneismo</span>, mas por exigências da legislação ambiental.</strong></em></p>
<p>Dessa forma, as empresas terão, obrigatoriamente, de sair do discurso para a prática. Como farão isso? Sinceramente não sei, porque há diferentes estágios de conscientização. Mas certamente muitas usarão sua obrigação legal para dizer que se tratam de iniciativas próprias de sustentabilidade. E, assim, a pressão sobre as que não se posicionarem claramente dessa forma será ainda maior. E quanto a isso, reproduzo o pensamento de um universitário quanto a isso, num dos eventos que participei: a sociedade cobrará coerência das organizações. Só discurso não será mais suficiente.</p>
<p>Para terminar utilizo outro trecho do artigo do Hendges, por acreditar que estamos diante de uma grande oportunidade de retirar todas as desculpas culturais e estratégicas para tentar colaborar na construção de um mundo mais sustentável:</p>
<p><em>As empresas poderão contribuir decisivamente para a melhoria da qualidade de vida, promovendo a inserção social através das cooperativas de reciclagem, geração de trabalho e renda, capacitação técnica e destinação adequada de seus resíduos e rejeitos, economizando matérias primas e energia, reduzindo os desperdícios e aumentando a eficiência de suas atividades. Este posicionamento estratégico será fundamental no estabelecimento de relações positivas entre as empresas e a sociedade, possibilitando o surgimento de diferenciais positivos em relação aos consumidores de seus produtos e serviços, fortalecendo as empresas e setores empresariais que assumirem suas responsabilidades com o futuro sustentável para as próximas gerações.</em></p>
<p>E para fazer isso as empresas precisarão inovar em seus modelos de gestão, de negócios, de relacionamento, de comunicação e de capacitação.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/gestao/'>Gestão</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/legislacao/'>Legislação</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/processos/'>Processos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/239/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/239/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=239&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Dia da Inovação!? Sim, ele existe!</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 00:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Henrique Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem dia para quase tudo neste País. Todo mundo se enquadraria tranquilamente em pelo menos 4 dias no ano (se fossem feriado teríamos muitas folgas). Um funcionário homem, gerente de banco, por exemplo: dia dos Bancários (28/08), do Gerente Bancário (15/05), do Homem (15/07), do Solteiro (15/08) ou dos Namorados (12/06) e/ou dos Pais, do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=222&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem dia para quase tudo neste País. Todo mundo se enquadraria tranquilamente em pelo menos 4 dias no ano (se fossem feriado teríamos muitas folgas). Um funcionário homem, gerente de banco, por exemplo: dia dos Bancários (28/08), do Gerente Bancário (15/05), do Homem (15/07), do Solteiro (15/08) ou dos Namorados (12/06) e/ou dos Pais, do Adulto (15/01).</p>
<p>Cada profissão também tem o seu dia, as datas importantes são lembradas, bem como as religiosas. Tem até emoções que já ganharam dia: dia da gratidão (06/01), dia da saudade (30/01)</p>
<p>Todo mundo sabe que tem o dia da mentira (01/04). Mas acho uma injustiça ter o dia da injustiça (23/08). Não vou nem comentar um dia para sogra (28/04). Só não achei dia para ex-cônjuge. Aí seria demais!</p>
<p>Assim como alguns dias que eu citei e inúmeros que eu não citei, pouca gente sabe do Dia da Inovação. Se inovação já é algo difícil de se tornar uma prática comum nas empresas, imagina saber que existe o Dia da Inovação.</p>
<p>Pena que este post não foi há exatos 7 dias (da data em que publiquei). Porque sairia exatamente no Dia da Inovação &#8211; 19 de outubro. E este é o primeiro ano em que se comemora essa data.</p>
<p>Esse dia é recente, fruto da Lei 12.193/2010, promulgada em janeiro. O Projeto de Lei, sugestão da  Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC), tramitava desde  2002. Segundo o diretor geral da PROTEC, Roberto Nicolsky, a data foi escolhida com o objetivo de valorizar a perseverança.</p>
<p>A escolha do dia é justa: uma homenagem a Santos Dumont, que no dia 19 de  outubro de 1901 circundou pela primeira vez a Torre Eiffel em uma volta  controlada, em seu dirigível nº 6. Mais conhecido como inventor do  avião, Dumont era um persistente inovador. Entre balões, dirigíveis e  diversos tipos de avião &#8211; monoplanos, biplanos e hidroplanadores &#8211;  Dumont planejou, testou e construiu pelo menos 22 estruturas diferentes  em onze anos, de 1898 a 1909. Durante os testes, os vários fracassos  foram suplantados por modificações sistemáticas e novas tentativas,  sempre em busca do aperfeiçoamento contínuo das máquinas voadoras.</p>
<div id="attachment_234" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2010/10/dirigivel_62.jpg"><img class="size-medium wp-image-234" title="Dirigível nº 6" src="http://luizhlaraujo.files.wordpress.com/2010/10/dirigivel_62.jpg?w=300&#038;h=174" alt="Dirigível nº 6" width="300" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Dirigível nº 6</p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p>Para  o presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de  Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Guilherme Ary Plonski, &#8220;a  iniciativa da designação de um dia especial contribui para dar  visibilidade à inovação e ao empreendedorismo como motores que ajudarão a  levar o País, com segurança, a céus ainda mais elevados e não  navegados&#8221;.</p>
<p>Muito poética a frase do Prof. Plonski, pessoa das mais reconhecidas no País quando se fala em inovação, que conseguiu juntar o motivo da escolha do dia com a necessidade do País. Certamente é muito bonito ter um dia especial para a inovação. Mas, para as organizações que pretendem celebrar essa data por muito tempo, o</p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>DIA DE INOVAR É <span style="color:#ff0000;">HOJE</span>!</strong></em></p>
<p>Mas, muita gente acha, e alguns até tem certeza, de que o dia de inovação é amanhã. Se você trabalha numa organização asssim, não se desespere, mas fique atento.</p>
<p>Estudo recente da IBM, com cerca mais de 2500 diretores executivos de tecnologia da informação (CIO) mostrou que são gastos IMPRESSIONANTES 55% de seu tempo com atividades que estimulam a inovação.</p>
<p>Essas atividades incluem o incentivo aos planos inovadores, a introdução de novas tecnologias e o gerenciamento de problemas de negócios não-tecnológicos. Os outros 45% são gastos em tarefas essenciais e mais tradicionais do CIO, relacionadas ao gerenciamento do ambiente tecnológico existente (o que inclui a redução dos custos de TI, a atenuação de riscos à empresa e o aproveitamento da automação para reduzir custos em outras áreas da empresa.</p>
<p>Confesso que fiquei muito surpreso com esse percentual de 55%, principalmente quando se fala em 2500 empresas. Ou seja, alguns usam até mais que isso (já que estamos falando em média). Penso que estejamos muito longe disso. Não saberia dizer quanto, mas é uma boa meta a ser batida.</p>
<p>Gostaria de me despedir desejando um feliz dia de &#8220;alguma coisa&#8221;, mas não identifiquei nenhuma data comemorativa para o dia 26/10. Então, vamos usar a criatividade e imaginar que estamos em 17 de novembro.</p>
<p>Feliz Dia da Criatividade!</p>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:382px;width:1px;height:1px;overflow:hidden;"><img src="/Users/Luiz/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></div>
<br />Filed under: <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/cultura-2/'>Cultura</a>, <a href='http://luizhlaraujo.wordpress.com/category/gestao/'>Gestão</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizhlaraujo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizhlaraujo.wordpress.com/222/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizhlaraujo.wordpress.com&amp;blog=8080762&amp;post=222&amp;subd=luizhlaraujo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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